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Ginástica na Hélade: mais que um exercício físico, um dever cívico!

Desde os mais remotos tempos exercícios físicos eram praticados. Correr; pular; remar; escalar; arremessar e lutar eram atividades corriqueiras e necessárias à manutenção da vida nos tempos antigos. Contudo, o trabalho sistemático de uma série de exercícios previamente estudados, para a manutenção da saúde e beleza corporal, só foram introduzidos em período posterior.

A Hélade foi responsável pelo surgimento da ginástica como uma ciência e por sua propagação pelo mundo conhecido. Mais adiante o Império Romano igualmente ajudou a propagar a cultura de cultivar um corpo e mente sadios por meio da prática ginástica regular.

No seio da sociedade Helênica era comum o culto à beleza e à saúde física. A harmonia entre corpo e mente era o ideal a ser alcançado; dessa forma, a prática da ginástica era encarado como parte da educação de um cidadão completo. O deus Apolo era considerado um exemplo à prática ginástica pois seus atributos representavam os objetivos dessa ciência: juventude; saúde; beleza e harmonia.

Apolo

O deus Apolo era um ideal a seguido por todos os homens que se dedicavam à prática ginástica. Beleza, juventude, saúde e harmonia eram alguns de seus atributos.

Em princípio o comparecimento para os exercícios ginásticos era um dever cívico para que o cidadão pudesse seguir mantendo seus direitos de forma plena. Então, a depender das leis de cada pólis, o cidadão deveria comparecer aos exercícios, que poderiam ser com maior ou menor frequência e/ou com maior ou menor intensidade a depender das leis que instituíam esse dever, e cumprir com sua obrigação cívica e exercitar-se junto com os demais.

Essa obrigatoriedade, no período mais remoto da historia Helênica, se explica devido à demanda de homens fortes e aptos a lutar sempre que fossem chamados, vez que os conflitos armados eram constantes e os exércitos não eram regulares e sim milicianos. Com efeito a prática ginástica obrigatória não garantia vitória nas batalhas, porém sem que os cidadãos tivessem, em média, um condicionamento físico que lhes possibilitassem se manter alerta; sadios e preparados para eventual necessidade em campo de batalha ou em esforços físicos urgentes (resgatar pessoas de escombros por exemplo), as chances de sucesso ficavam bastante reduzidas.

Os ginásios eram tão importantes que o geógrafo Pausânias afirmou que “um lugar sem um ginásio não pode ser considerado uma cidade (pólis)”. O ginásio era uma das três principais construções para que um lugar pudesse ser considerado uma cidade de fato; os outros dois eram a praça comercial (ágora – local ondem eram realizadas negociações variadas) e a câmara popular (bouleutêrion – local onde se votavam as leis; resolviam conflitos de interesses e decidiam assuntos relativos à administração da pólis em geral).

Outro ponto interessante sobre os ginásios é que eram locais públicos onde não se tratavam apenas de exercícios físicos, mas também de exercícios mentais. Sócrates frequentemente os frequentava e lá debatia ideias com os interessados

O culto ao corpo, à saúde e à beleza era uma realidade muito presente na vida dos Helenos. Em geral o entendimento era de que a beleza física acompanhava a beleza moral e intelectual. Logo, por esse pensamento, uma pessoa bela deveria ser uma pessoa boa. Essa visão nos causa estranheza sem dúvida; porém se analisarmos o fato de ser essa uma sociedade onde a ideia de pecado era inexistente e as únicas reprimendas eram devido o cometimento da hybris (excesso/descomedimento) então ela se amolda mais facilmente.

discobolo

A escultura do discóbolo é um verdadeiro símbolo para os atletas, sejam do passado ou do presente. É uma peça de arte que nos inspira a buscar a competição e um corpo sadios.

Outro motivo para a prática ginástica era a possibilidade de treinar para competições atléticas – em especial as Olímpicas. Campeões de jogos eram considerados e tratados como herois locais por seus feitos. Além da fama e renome que o atleta recebia havia junto disso uma série de benefícios mais tangíveis; sendo eles: um farto prêmio em ânforas do melhor azeite ou vinho produzidos; moedas de prata; bois ou outro tipo de gado; isenção de impostos e custeio de despesas em caráter vitalício; poemas sobre seus feitos como atleta; construção de uma estátua para marcar sua vitória e até mesmo serem exaltados como uma divindade menor.

Uma inscrição incompleta revela que um campeão de corrida dos jogos Panatenaicos (homem, adulto, distância de um estádio) recebia entre 80 a 120 ânforas de azeite de oliva de primeira qualidade. Qual o valor de um prêmio desse em valores atuais??? Em litros essa premiação estaria entre 3.040/3.120 até 4.560/4.680 litros; em valor corrente seria entre R$ 106.400,00 e R$ 163.800,00 (o critério utilizado para a chegada desse valor foi por meio de uma pesquisa rápida do preço por litro de uma marca de azeite considerada o melhor da Europa e que foi apresentado a R$ 35,00).

A importância de se ter um campeão olímpico entre seus cidadãos era tamanha que há o registro de uma comemoração em Akragas em que o bi-campeão consecutivo Exainetos foi recebido por 300 bigas, todas puxadas por cavalos inteiramente brancos, por uma brecha feita em uma parte da muralha para que sua passagem fosse feita. Essa simbólica brecha nas defesas teve a seguinte explicação: qual a nossa necessidade por muralhas quando temos entre os nossos vários homens como Exainetos? Imaginem, por meio dessa comemoração, qual era a relevância de um campeão olímpico.

Contudo, com o passar dos anos, a importância da ginástica foi se perdendo. Conforme as forças de combate deixavam de ser milicianas e passavam a ser regulares, a exigência de comparecimento aos exercícios foi sendo reduzida até o ponto em que passou a ser facultativa.

Por fim, o comentário de Alexandre, o Grande, no momento em que liberta Mileto (ao ver uma infinidade de estátuas de campeões olímpicos) “Onde estavam os homens com tais corpos quando os bárbaros puseram esta cidade sob cerco?” deixava claro que, embora tais homens fossem formidáveis, eles não eram úteis em período de guerra e tudo que deles se poderia esperar eram glórias passadas.

Trivialidades e inspiração #2 – Já se fazem quase 8 meses!

Olá! =D

Já fazem 8 meses desde minha última publicação por aqui e, de lá para cá, uma série de coisas aconteceram.

Como o tempo passa rápido não é mesmo? Hoje olho para trás e penso no que fiz desde quando iniciei esse projeto e vejo que não foi pouca coisa. Acho que era isso que Sócrates queria dizer com “uma vida não analisada não é uma vida digna de ser vivida” (Se não era bem isso, certamente que era algo nesse rumo.). Com efeito que essa frase envolve bem mais do que apenas relacionar feitos e realizações durante um determinado espaço de tempo, envolve analisar se houve também uma melhora como ser e como você foi um agente de mudança positiva no meio que habita.

Bem, acredito que ainda há muito por se fazer em minha vida, porém, ao olhar para trás, acredito que mais promovi coisas positivas do que negativas. Outra coisa de inestimável valor são as boas amizades que se fizeram no decorrer desse tempo. Honestamente não se pode afirmar que só se pratique o bem ou que só se agreguem novas amizades, mas que, ao final de uma análise adequada, o saldo final de suas ações sejam mais benéficas do que maléficas – seria presunção demais acreditar que se é isento de cometer erros de qualquer  sorte no decorrer de uma vida inteira.

É normal errar? Sim, é! Entretanto não é por ser algo normal que se possa deixar engolir e, daí, viver em erro justamente por acreditar ser “normal errar”. O erro existe por nossa falha como seres incompletos e, portanto, carentes de instrução; sua função é, portanto, ensinar e mostrar onde devemos focar maior atenção e buscar nos corrigir. Assim sendo: errar é normal, viver em erro não.

Tá, mas o quê isso tem a ver com a conversa de hoje?

Honestamente eu não sei muito bem, mas achei que valia a pena dizer. Bom, importa mesmo é que a cada manhã em nossas vidas façamos o dia de hoje melhor do que o de ontem; para que, ao olhar para trás, tenhamos a sensação de que nosso tempo não foi desperdiçado, que nossa vida foi vida e não apenas existência, que nossa presença irradiou o bem e mudanças positivas aos que estavam ao nosso redor (No sentido amplo ok? Porque com o acesso às tecnologias de comunicação a distância física é apenas um detalhe.).

Considerando que dessa vida nada se leva, então acho que o ponto seria nos perguntarmos o quê deixamos nela. Ao final de nossas vidas, o quê deixamos para o mundo e para a vida de outras pessoas? Talvez fosse essa a ideia de analisar a vida que Sócrates se referia, afinal se você ao cabo de uma vida inteira olhar para trás e ver que nada seu foi legado para as gerações seguintes, então você apenas existiu, não viveu, apenas assistiu tudo acontecer e nada fez. Uma vida onde somos apenas testemunhas impotentes sobre os acontecimentos e fatos da vida seria algo digno de nosso tempo no mundo? A meu ver não, porém ficam em aberto as eternas questões:  “o quê é viver bem?” e “qual o sentido da vida?”.

Mas beleza, vamos aos 8 meses de vida de “dono de casa”. Já rolou bastante metafísica para algumas horas da manhã; uma garrafa de café e uma muda de roupa lavada.

Agora vamos ao papo de “dono de casa”! =D

Mudar foi, certamente, um passo de grande impacto em minha vida. Era algo que sentia necessidade para dar um passo a mais em meu crescimento pessoal e que se provou acertado. Morar sozinho é legal e chato ao mesmo tempo. É legal porque você forma uma rotina sua e só sua (sua casa, suas regras! hahahaha!), a parte chata é que tudo depende de você para acontecer (se não descongelar a carne não sai almoço). As tarefas para manutenção de uma casa não são difíceis, elas são chatas e numerosas. Cuidar da casa em si não é nada complicado, é apenas chato porque as tarefas são, basicamente, sempre as mesmas e elas tomam um tempo que você não percebe até o momento em que se põe a realizá-las.

Outra coisa bem chata é “montar” a casa – tirar toda a mudança; organizar as coisas em seus devidos lugares; furar paredes; montar e mover as peças de mobília são tarefas que demandam bastante tempo e cansam. Sinceramente eu espero ficar pelo menos mais uns dois ou três anos nesse apartamento, porque mexer com mudança é, definitivamente, muito chato. Tem lá sua historia para contar durante o processo de mudança (por exemplo quando um amigo me contou que se meteu a montar alguns móveis e, ao fim, percebeu que os havia montado errado), mas, convenhamos, uma vida inteira formada por lembranças de empacotar e desempacotar coisas não é das mais emocionantes.

Ser “dono de casa” toma tempo e, por isso, te ensina o valor do próprio tempo. É quando se passa a ter uma rotina mais cheia de afazeres que se compreende o valor do tempo e o porquê de nossos pais não darem tanta bola para alguns de nossos dramas de adolescência (convenhamos, vários deles eram pouca coisa e nós mesmos não daríamos atenção se nos ouvíssemos hoje). O tempo é um recurso escasso e um dia cheio de afazeres que dependem exclusivamente de você o obriga a ser mais organizado e criterioso, o obriga a ser mais produtivo/eficiente/lógico e são, em geral, essas as mesmas características que se atribuem aos adultos. A compreensão de que seu sucesso dependerá exclusivamente de seu esforço e capacidade de gerenciamento incorre, então, no sentimento de responsabilidade (caso more sozinho por você mesmo e, caso tenha outros sob sua guarda, por você e mais alguém). Portanto, morar sozinho te exigirá várias dessas qualidades próprias “dos adultos”; logo, se você já possuir algumas isso representa uma vantagem – caso contrário, terá de desenvolvê-las ou ficar se lamentando sobre como a vida é injusta com você enquanto as contas chegam e a louça acumula.

Então, se você pensa em sair da casa dos pais, tenha isso em consideração: caso se sinta pronto para assumir uma série de responsabilidades e, obviamente, tenha já um calço financeiro adequado, então comece sua vida; caso contrário, espere mais um pouco e se organize.

Agora vamos falar sobre onde eu moro e algumas considerações sobre viver em uma cidade menor! =D

 Atualmente resido em Alta Floresta D’oeste (RO), essa é uma cidade pequena porém próxima de cidades maiores (40 km de Rolim de Moura; 80 km de Pimenta Bueno; 110 km de Cacoal). O solo aqui é muito fértil e a cidade é conhecida por sua produção de café; madeira e gado de corte. A população é muito amigável e a cidade é bastante organizada. É um bom lugar para se viver e, definitivamente, mudar para cá me fez bem.

Como costumo dizer, “cidades grandes são boas para se visitar” – afinal quando se vai como turista você tem duas coisas que um morador local costuma não ter lá: dinheiro e tempo de sobra. Quem nunca ouviu, de uma pessoa que mora em uma cidade turística, dizer que para ele é complicado aproveitar tudo aquilo que os turistas conseguem? É fato: a rotina em uma cidade maior é mais complexa por sua própria natureza, as distâncias a se percorrer são maiores; os custos são mais elevados e a disputa por espaço e recursos igualmente o são.

Outro ponto a favor de se viver em uma cidade menor está no fato das relações sociais serem mais humanas e francas, os laços de confiança se formam mais rapidamente. O motivo é muito simples: em uma cidade menor você se torna rapidamente conhecido e sua fama o precede de maneira mais visível (de maneira positiva como negativa).  Como o bom nome em uma cidade menor exerce maior peso social, então, em média, as pessoas costumam ser mais transparentes no tratamento e você passa a recepcionar (depois que se acostuma com a forma de ser dos habitantes locais) as demais pessoas de maneira mais aberta e humana.

Isso significa que não existam laços de confiança e tratamento humano em cidades grandes? Não, não significa. O ponto aqui é que em uma cidade de maior porte, a confiança é mais complicada de se obter posto que, quanto mais populosa a cidade, menores são as chances de sabermos ao certo com quem estamos lidando. A fama de uma pessoa não a precede de maneira tão facilitada em uma cidade grande como em uma pequena. Em qualquer lugar do mundo existem pessoas boas e más, porém em uma cidade mais populosa é nitidamente mais complicado identificá-las. Logo, por uma questão de sobrevivência/segurança, agir com cautela no trato social é a decisão mais acertada (não apenas em cidades maiores obviamente).

Existem pontos negativos em morar em uma cidade pequena? Sem dúvida que sim! A meu ver seria algo mais para uma lei de compensação do que tratos positivos e negativos unicamente. Bem, é de se esperar que em uma cidade menor existam menos recursos disponíveis para acesso imediato, sendo os serviços de saúde e educação os mais visíveis. Outro ponto bastante visível é a menor quantidade de opções de entretenimento – cinemas, teatros, shows musicais, restaurantes, franquias etc, todos são mais variados em cidades maiores. Contudo, apesar dessas limitações, minha nova cidade está bem próxima de outras cidades que possuem melhor a acesso a todos esses recursos, então não se chega a sentir tanto o impacto dessas limitações (mas ele existe).

Uma coisa muito boa que praticamente toda cidade oferece é a sensação de calma. Viver uma rotina menos acelerada promove uma sensação de tranquilidade muito grande. Acho que convém estabelecer uma distinção que me ocorreu tão logo cheguei aqui – existem dois tipos de cidade pequena: pacata e parada. A cidade parada é a cidade pequena sem esperança de melhora em qualquer prazo imaginável porque sua economia e população se encontram em estado de estagnação, logo nada acontece ali porque não há força alguma (econômica, social, política etc) capaz de fazer algo acontecer; por sua vez a cidade pacata é calma pela natureza de sua própria população, ao passo que possui forças próprias (econômica, social, política etc) para promover mudanças.

Alta Floresta D’Oeste é o tipo de cidade que chamo de pacata. A população, até onde percebi, é bastante amigável e correta em suas ações (existem pessoas ruins aqui também, entretanto, na média, percebi muito mais pessoas boas que ruins); a praça comercial tem movimento e se vê produção e comércio de maneira geral, há, portanto, uma percepção de que há possibilidade de prosperar economicamente – em que pese a cidade seja pequena.

Por enquanto acho que essas são considerações suficientes acerca do tema “viver em uma cidade do interior”, no futuro, talvez, escreva mais sobre outros aspectos não abordados dessa vez.

Agora, vamos falar sobre tecnologia e segurança! =D

Essa vou resumir porque o post está bem longo. Em síntese foi assim: fiz uma perfil no instagram (@nevespoker – sim, eu jogo poker) e comecei a bater papo com uma americana de San Antonio – Texas (ao menos era assim que estava no perfil). Bem, comecei a conversar e achei legal a oportunidade de treinar meu inglês conversando com alguém “de fora”.

Não demorou muito tempo e começamos a conversar via whatsapp e igualmente para que o tom da conversa começasse a ficar “esquisito” (não, não aconteceu nada de cunho sexual) – a pessoa começou a fazer muitas perguntas sobre minha renda, o quê eu fazia da vida, se tinha carro etc. Achei aquela abordagem um tanto quanto esquisita, mas pensei “deve ser o jeito do pessoal de lá”.

Depois, a historia que estava contando e os horários não se encaixavam para o fuso no qual dizia viver. Não demorou muito e fui verificar o código telefônico (+234) e descobri que era da Nigéria. Nada contra esse país, porém são incontáveis as denúncias de grupos especializados em estelionato por lá – é quase uma indústria desse tipo de crime e que já teve reportagens veiculadas no Brasil (anexei o link para uma reportagem sobre o assunto, mas basta escrever no google “estelionato nigéria” e ver os resultados).

Assim, ciente da fraude, denunciei o perfil (angelabridges2696) no instagram como sendo spam (não sei se resolve alguma coisa, mas enfim…) e vida que segue! Mas, ter conversado com aquela pessoa me trouxe a vontade de conversar com outras pessoas “de fora” e aí comecei uma pesquisa sobre aplicativos para esse fim.

Descobri o aplicativo “Speaky” e que achei bastante interessante. Ele se propõe a fazer “troca de línguas”: você ensina a sua língua nativa para um nativo da língua que deseja aprender e que deseje aprender a sua. Um sistema bastante prático e simples a meu ver. E deu resultado! Estou conversando com um cara de Bangladesh e está sendo uma experiência muito enriquecedora poder melhorar meu inglês e aprender mais sobre um novo país e sua cultura. Ah sim, o aplicativo tem um sistema de correção no chat, então você pode corrigir as palavras ou sentenças que a outra pessoa tenha escrito errado para que ela possa aprender. Vale a pena conhecer.

Agora um aviso! =D

Protejam suas informações pessoais, assim como eu fui alvo (mesmo que brevemente) de uma pessoa mal intencionada, você também pode ser – tenha precaução, não deixei suas informações e dados pessoais (fotos pessoais, nomes ou apelidos de pessoas próximas, hábitos etc) expostos na rede. É perfeitamente possível que criem perfis falsos contendo informações de qualquer um e bastante convincentes caso tenham uma boa fonte de informações.

Bom acho que por hoje é só pessoal! Depois atualizo o post e adiciono fotos da cidade.

Abraços e bom carnaval!

=D