Autor

O autor (eu) se chama (me chamo) André L. F Neves e tem (tenho) 28 anos (nascido em 30/12/1986 – apenas para deixar melhor explicado);

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Eis o autor! (segundo um teste ele é (eu sou) “nerd por opção”… =P)

(Agora o “segundo” sai de cena e eu passo a falar diretamente com você, ok?)

Sou natural de Colorado d’Oeste (RO) – Rondônia ok? Roraima é RR – em que pese, no geral, as pessoas acharem que sou natural de algum grande centro, infelizmente tem bastante gente que ainda acha que RO só tem mato e índio…;

Atualmente resido em Vilhena (RO), tendo me mudado em 2000;

Tenho contato com construção de jogos desde pequeno (sempre inconformado com os jogos de tabuleiro que tinha acesso e sempre queria fazer (e fazia) alguma alteração para ter mais opção/desafio);

Tenho contato com o RPG desde 1998 (mais ou menos), tendo o meu primeiro contato com o livro-jogo “A cidade dos ladrões”, sendo que, posteriormente, conheci outros sistemas (nessa ordem): GURPS 3ª edição (primeiro manual de RPG, foi traumático ter acesso a tanta regra de uma vez); 3D&T (era legal enquanto curtia muito anime/mangá – simplesmente “respirava” desenho, contudo, quando mais velho, troquei o desenho pela leitura e escrita); Storyteller (só para ficar inconformado com o meu azar (resultante de se ter 8D10 e nenhum deles te ajudar nos resultados) – o jogo para PC é muito bom (Vampire Bloodlines)); Shadowrun 2ª edição (o jogo para PC é muito mais maneiro, você visualiza o universo de uma forma extremamente mais clara – vale muito a pena); OPERA RPG (conheci um dos autores numa “convenção” em Catanduva (SP)); Arkanum/Trevas (as ilustrações eram bem maneiras); GURPS 4ª edição (ficou mais tranquilo de entender, em partes pelo amadurecimento próprio da idade); Storytelling (realmente o sistema de regras ficou mais “fluído”);

Meu contato com D&D foi limitado. Sinceramente é um sistema que não me despertou grande curiosidade pelo fato de que, nas experiências que tive, considerei sua estrutura rígida e própria para tabuleiro ou, como costumo falar, me pareceu um “MMORPG de mesa” (mas, mesmo assim, eu jogo porque tenho amigos que gostam muito mesmo de D&D – companheiro é companheiro…);

Minhas criações anteriores ao sistema Phantasia RPG foram: “Iscóla” (iniciado em 2000 – a ideia era fazer um sistema com ambientação em colégio, onde as habilidades seriam voltadas a fazer “zoeiras” que adolescentes fazem e enfrentar “desafios” próprios da idade – não deu muito certo, mas o importante é que deram o estímulo para continuar escrevendo) e Ratão s/a (iniciado em 2002, mais ou menos, e foi sendo desenvolvido até início de 2005 – momento em que o projeto Phantasia RPG tomou seu lugar – sua proposta era basicamente a de ser um sistema extremamente “zoeiro” e politicamente incorreto; “hack and slash” era “fichinha” para a proposta desse sistema e sua ambientação era extremamente subversiva e anárquica (por motivos óbvios (se não for tão óbvio assim eu explico: um conteúdo politicamente incorreto gera a possibilidade de processos judiciais serem promovidos contra quem produziu o tal conteúdo) nunca saiu para apreciação pública));

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Esse é o Pichaku, o mascote do sistema Ratão s/a…

Meu contato com livros de historia foi iniciado bem cedo, já a imersão no pensamento filosófico e o cultivo do gosto pela leitura (em geral) e escrita foi apenas mais tarde (meados de 2005, já no início da faculdade – sim, eu não gostava de estudar (as coisas que não eram do meu interesse); escrever ou ler até então);

O ambiente acadêmico foi decisivo para meu amadurecimento e, consequentemente, do processo criativo envolvido na produção do livro. Tal qual no mito da caverna, fui exposto a situações onde tive de deixar de lado antigas crenças para, dali em diante, estar apto a receber uma nova carga de conhecimento. No começo da faculdade de Direito (2005 e primeiro terço de 2006) ainda estava envolvido com o sistema Ratão s/a, contudo, em uma aula de filosofia houve a abordagem do tema referente à tripartição da alma e, nesse momento, houve um insight sobre a possibilidade de criar um sistema de RPG com proposta mais madura; voltada ao pensamento filosófico e com foco maior no enfrentamento de dilemas e suas implicações éticas, bem como a busca, das personagens, por redenção no decorrer dos caminhos perfilhados durante as aventuras (não era novidade alguma, contudo foi algo que me prendeu a atenção).

No começo de 2006, então, foi lançada base para a formação do projeto. Houve o aproveitamento e melhoramento do sistema de regras proposto em Ratão s/a, bem como a inclusão de novos elementos em sua estrutura. Sua primeira aparição para apreciação pública e generalizada se deu em um espaço no serviço de hospedagem GeoCities, após houve o estabelecimento de uma comunidade no Orkut e, mais adiante a criação de um website próprio (eu mesmo o havia desenvolvido – usava tabelas mesmo e daí? – atualizava seu conteúdo, embora fosse um processo demorado e custoso) e o estabelecimento de uma comunidade no Facebook.

Embora a ideia inicial fosse interessante e o sistema apresentasse diferenças substanciais com relação aos outros sistemas existentes, sua forma ainda era demasiadamente imatura. Por motivos de insegurança jurídica foi registrado às pressas em 18 de janeiro de 2008 junto à Biblioteca Nacional. Mesmo tendo o lançamento e registro sido prematuros, não me conformei com esse revés e dei seguimento ao projeto na medida de minhas possibilidades (tenho de lançar aqui a informação de que não sou escritor profissional e, portanto, minha fonte de renda é diversa da produção escrita e, por isso, estive envolvido em uma série de trabalhos com o fim de me sustentar, formar um patrimônio e poder dar seguimento ao projeto – afinal tudo demanda investimento, tanto em tempo como com recursos financeiros).

A segunda fase do projeto demorou para ser iniciada desde o momento do registro. Apenas em 2013 houveram os primeiros anúncios do retorno à produção criativa e desenvolvimento da versão 2.0. Uma série de limitações de conhecimento, de amadurecimento da proposta do novo livro e problemas pessoais atrasaram o retorno ao trabalho. Entretanto, apesar de um espaço de quase 5 anos, houve o retorno ao trabalho e um processo de pesquisa aprofundada foi iniciado de forma acelerada porém muito criteriosa. Em busca de oferecer conteúdo de qualidade superior eu investi na compra de livros “pesados” para fundamentar essa nova etapa e dar melhor embasamento ao novo livro.

Desde então tenho aprofundado as pesquisas e considero ter obtido bom retorno até o presente momento. Infelizmente uma cirurgia de emergência e o consequente endividamento devido tal evento me fizeram reduzir o ritmo dos trabalhos, contudo aos poucos vou me reabilitando e dando continuidade aos trabalhos.

Meu desejo é o de concluir o processo criativo até fim de 2015, porém já estou evitando criar grandes expectativas dado o histórico de “altos e baixos” que tenho vivenciado.

Basicamente é isso, eu acho…

Mas para não terminar assim do nada, aqui vão minha lista de favoritos no youtube e algumas curiosidade sobre mim.

Playlist! =D

Curiosidades! =D

1 – Até a faculdade não gostava de ler ou escrever;

2 – Vendeu abacaxi em feira;

3 – Trabalhou como “estagiário de peão” em fazenda durante alguns meses ao preço de R$ 10,00 por dia (12h de serviço diário);

4 – Fez curso de borracheiro;

5 – Fez curso de webdesign (curso bem simples e elaborava websites usando tabelas mesmo);

6 – Manteve um website sobre Vilhena (RO), chamado Visite Vilhena durante 2 anos;

7 – Vendeu cervejas e vinhos finos em um empório gourmet em Vilhena (RO);

8 – Tem CTPS mas nunca foi assinada, basicamente toda sua vida de trabalho foi na iniciativa pública através de concursos;

9 – Segundo um teste, feito há bastante tempo, é “nerd por opção”;

10 – Sente cansaço de interações/pessoas “monotemáticas”, afinal o mundo é bem maior do que apenas uma panelinha de poucos assuntos.

comments

6 thoughts on “Autor

  1. Abel Candido

    André , boa noite. Tudo bem com você ?
    Sou natural de Uberlândia/MG e resido em Vilhena à um ano.
    Jogava muito RPG durante a faculdade.
    Gostaria de voltar a esta excelente atividade.
    Você tem um grupo com mestre ? Tem espaço para mais um ?
    Como entro em contato contigo ?

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    1. Andre Post author

      Olá, tudo bem sim. Não, faz tempo que não jogo. Aliás esse ano pretendia mesmo voltar a jogar. Pode me add no facebook para nos falarmos, conheço algumas pessoas que jogam ainda. =)

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  2. Carlos Castilho (Cacá)

    O que mudou nas regras de combate?
    Eu descobri o Phantasia a mais de um ano e agora vi q vc voltou ao projeto.

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    1. Andre Post author

      Olá!
      Sim, voltei ao projeto porém não 100% (minha rotina ainda está muito atribulada).
      Bem eu estou tornando o sistema de combate mais completo e com regras mais fluídas, porém com um estudo melhor sobre a biodinâmica envolvida. O maior problema para o desenvolvimento ter dado uma parada é minha falta de tempo livre para escrever (e ficar pensando/pesquisando) além de ter um grupo para testar o combate em si e expor às regras já estabelecidas em situações variadas e, no mais das vezes, inusitadas.
      Entretanto eu já aviso: combate nesse sistema ocorre em quantidade menor, porém acaba por ser melhor sentido em seu efeito dramático. Incluso uma coisa interessante é que isso faz o fator do medo se tornar natural durante a narrativa e interpretação, o quê passa a fazer explorar outros aspectos em geral desconsiderados como, fuga e rendição.

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  3. Carlos Castilho (Cacá)

    Tem um e-mail ou perfil em rede social p nós mantermos contato?

    Reply

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